Mais um pouco de Aníssima* |
Porque gosto das palavras superabundadas' |
Expulsa de seus próprios dias, parecia-lhe que as pessoas na rua eram periclitantes, que se mantinham por um mínimo equilíbrio à tona da escuridão - e por um momento a falta de sentido deixava-as tão livres que elas não sabiam para onde ir.
(Amor - do livro: Laços de Família -p. 22/23)
Pra lembrar que coisas pequenas podem estragar coisas maravilhosas. (caso não ame cajus, como eu, pense em outra coisa)
* Foto by eu mesmo.

Não deveria estar escrevendo aqui, não tão despretensiosamente para aliviar tensões do cotidiano. Deveria estar contrita em minhas produções científicas, na elaboração de atividades, já que estou sobrecarregada…Mas, que bom possuir válvulas de escape, paraísos para onde eu posso fugir e me render a leveza que é abusar das palavras! Detoná-las, usá-las, sim, abusá-las, pois que me dão paz, me dão descanso, quando me saem assim, sem rédeas e regras…É quando mais as amo, é quando mais sou plena, é quando eu sinto o mundo.
Posso dizer que escrever me equivale a uma sessão de massoterapia.
Novo trabalho de Adam Isaac Jackson.
A poesia está guardada nas palavras – é tudo que eu sei.
Meu fado é o de não saber quase tudo.
Sobre o nada eu tenho profundidades.
Não tenho conexões com a realidade.
Poderoso para mim não é aquele que descobre ouro.
Para mim poderoso é aquele que descobre as insignificâncias
(do mundo e as nossas).
Por essa pequena sentença me elogiaram de imbecil.
Fiquei emocionado e chorei.
Sou fraco para elogios.
(Tratado Geral das Grandezas do Ínfimo)
MANOEL DE BARROS
Ninguém compreende outro. Somos, como disse o poeta, ilhas no mar da vida; corre entre nós o mar que nos define e separa. Por mais que uma alma se esforce por saber o que é outra alma, não saberá senão o que lhe diga uma palavra – sombra disforme no chão do seu entendimento.
Amo as expressões…
Al escuchar la música tan linda así, siento que soy como un nada. Pero percibo todo a un sólo tiempo. Es cómo retirar de dentro, retirar de dentro de mí un océano lleno… cargado de emoción! Es cómo poder coger las nubes allá del cielo y haberlas aquí en las palmas de mis manos. Porque ella es profunda como la vida… Canta el amor más profundo sobre la tierra… Es breve como son nuestros dulces años…
Balanço das eleições 2010: Alienação; indignação: papéis pelo chão; falta de educação: palhaços sempre no planalto; votos descabidos; imensidão de analfabetos políticos: Mortos da ditadura se revirando nos caixões. Liberdade para quem? Para quê?
Sem mais!
Nos teus Olhos, Lágrimas. Nas Tuas Mãos, O Livro de Nietzsche. E o sangue correndo … A Vida Passando … Teus velhos olhares morrendo … Caminhando … Caminhando …
Rumo ao Conhecimento …
Tácito Loureiro, exclusivamente para mim!